Eu, o supremo /
Roa Bastos, Augusto Antonio, 1917-2005.
Eu, o supremo / Roa Bastos, Augusto ; Tradução de Galeno de Freitas - São Paulo Círculo do Livro - 467 p.
Esgotado há mais de 30 anos no Brasil, “Eu o supremo” foi lançado em 1974 no Paraguai e se tornou um clássico instantâneo, sendo traduzido rapidamente para mais de 20 idiomas. Até hoje, é considerado o romance mais famoso e mais importante do país – sendo também uma das obras sobre ditaduras mais representativas da América Latina. Nesse romance, Roa Bastos parte da biografia do ditador José Gaspar Francia para tentar narrar o perfil do dirigente autoritário latino-americano, trazendo as características de outros personagens históricos do país até apresentar uma figura que se tornaria cada vez mais comum em todo o continente ao longo do século XX, culminando nos anos de chumbo da década de 1970. Carregado de frases lapidares, o romance é também um ensaio histórico, sociológico e filosófico acerca do poder ditatorial. Ao passo que a publicação do romance enfureceu o ditador Alfredo Stroessner, obrigando Roa Bastos (1917-2005) a se exilar na França, “Eu o supremo” fez com que o autor fosse reconhecido em todo o mundo, lhe rendendo dois grandes prêmios literários: Prix du Memorial de America Latina” (1988) e Prêmio Miguel de Cervantes (1989).
Literatura paraguaia
Ditadura
Histórico
Fatos Reais
Clássicos
Romance
Biografia
920 / B327e
Eu, o supremo / Roa Bastos, Augusto ; Tradução de Galeno de Freitas - São Paulo Círculo do Livro - 467 p.
Esgotado há mais de 30 anos no Brasil, “Eu o supremo” foi lançado em 1974 no Paraguai e se tornou um clássico instantâneo, sendo traduzido rapidamente para mais de 20 idiomas. Até hoje, é considerado o romance mais famoso e mais importante do país – sendo também uma das obras sobre ditaduras mais representativas da América Latina. Nesse romance, Roa Bastos parte da biografia do ditador José Gaspar Francia para tentar narrar o perfil do dirigente autoritário latino-americano, trazendo as características de outros personagens históricos do país até apresentar uma figura que se tornaria cada vez mais comum em todo o continente ao longo do século XX, culminando nos anos de chumbo da década de 1970. Carregado de frases lapidares, o romance é também um ensaio histórico, sociológico e filosófico acerca do poder ditatorial. Ao passo que a publicação do romance enfureceu o ditador Alfredo Stroessner, obrigando Roa Bastos (1917-2005) a se exilar na França, “Eu o supremo” fez com que o autor fosse reconhecido em todo o mundo, lhe rendendo dois grandes prêmios literários: Prix du Memorial de America Latina” (1988) e Prêmio Miguel de Cervantes (1989).
Literatura paraguaia
Ditadura
Histórico
Fatos Reais
Clássicos
Romance
Biografia
920 / B327e