O livre arbítrio / Schopenhauer, Arthur - O Contrato Social / Rousseau, Jean-Jacques,
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TextLanguage: Portuguese Original language: German Language: Portuguese Original language: French Series: Grandes Mestres do Pensamento ; vol.1 | Grandes Mestres do Pensamento ; vol.2Publication details: Espírito Santo Formar 1978Description: 105 p. O Livre Arbítrio; 130 p. O Contrato SocialUniform titles: - Über die freiheit des menschlichen willens ; Du contrat social
- 149.6 S373l
- 320 R865c
Livros
| Cover image | Item type | Current library | Call number | Materials specified | Copy number | Status | Date due | Barcode | |
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Biblioteca Professor Eduardo Afonso de Castro Psicologia e Filosofia | 149.6 / S373l - 320 / R865c (Browse shelf(Opens below)) | Ex. 01 e 02 | Available | 2025-17261 |
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| 133.93 / A582a Autodescobrimento - Uma busca interior / | 142 / K16c Crítica da razão pura / | 149.6 / S373l - 320 / R865c O livre arbítrio / | O Contrato Social / | 149.8 / N677a Assim falava Zaratustra / | 150.195 / B122p Psicologia aplicada no cotidiano : O Essencial da Psicologia / | 150.195 / F889c FREUD : Cinco lições de psicanálise ; A história do movimento psicanalítico ; O futuro de uma ilusão ; O mal-estar na civilização; Esboço de psicanálise / |
Volume 1 e 2 da Coleção "Grande Mestres do Pensamentos".
Neste ensaio — O livre-arbítrio —, o pessimismo de Schopenhauer nos defronta com o problema da liberdade ante a necessidade, da determinação das ações individuais pela conformação inata e invariável do caráter do homem, para demonstrar que a liberdade reside no ser, e não na ação.
Este livro influenciou diretamente a Revolução Francesa e os rumos da história.
Impactante ensaio, O contrato social ou Princípios de Direito político causou furor desde sua publicação, em 1762, e eternizou-se como um dos principais textos fundadores do Estado moderno. Nele, o filósofo iluminista, romancista, teórico e compositor suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) – em meio a uma Europa majoritariamente monarquista, defensora da legitimação sobrenatural dos governantes – lança e defende a novidade de que o poder político de uma sociedade está no povo e só dele emana. Estavam plantados os conceitos do povo soberano e da igualdade de direitos entre os homens.
Nesta que é a sua principal obra política, da qual virtualmente todas as sociedades modernas são de alguma forma tributárias, Rousseau não apenas dá ao povo o que lhe é de direito, mas chama-o à responsabilidade pelo seu destino. "Assim que alguém diz dos assuntos do Estado que me importa? , deve-se contar que o Estado está perdido." Para o autor, a soberania está no exercício incessante do poder decisório, que não pode ser alienado, dividido ou delegado.
Hoje, dois séculos e meio após sua publicação, a obra de Rousseau – subversivo, polêmico, amado, odiado, reverenciado e seguido – permanece atual. E seus ensinamentos se fazem lições necessárias e urgentes em todo e qualquer lugar em que se fale de inépcia, injustiça, corrupção e incompetência política.
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