02619nam a2200313 4500001000400000003000400004005001700008008004100025040000800066041001300074082001500087100004500102240005000147245014400197260004200341300001100383490002700394520164500421650002502066650001302091650002002104650001602124650001002140655001202150655001602162700004502178700005502223830002702278109OSt20250528074012.0250127b |||||||g |||| 00| 1 eng d bpor hspaapor a863bC419d1 aCervantes Saavedra, Miguel ded1547-1616 aEl ingenioso hidalgo Don Quijote de la Mancha aDom Quixote de la Mancha I /cCervantes, Miguel de ; Tradução de Visconde de Castilho e Azevedo e notas por José María Castro Calvo aSão PaulobCírculo do livroc1980 a312 p.1 aOs Grandes Clássicos aHá pouco considerado por uma comissão internacional de escritores como o melhor livro de todos os tempos, Dom Quixote nos chega agora traduzido e adaptado por Ferreira Gullar, que extraiu o melhor sumo do conteúdo poético e humanista dos cinco grossos volumes da edição original da obra de Miguel de Cervantes e, numa linguagem moderna e fluida, a tornou mais acessível aos leitores de nosso tempo. As ilustrações de Gustave Doré com certeza também serão um deleite para os leitores. Dom Quixote certamente vai seguir a trilha do êxito obtido por Gullar no tratamento de dois clássicos da literatura - Fábulas de La Fontaine e As mil e uma noites, ambos ganhadores do prêmio "Altamente Recomendável", dado pela FNLIJ -, também editados pela Revan, que hoje estimulam a imaginação e enchem de beleza os olhos de dezenas de milhares de crianças e adultos em todo o Brasil. A história mostra um ingênuo senhor rural cujo passatempo favorito era a leitura de livros de cavalaria. Na sua obsessão, acreditava literalmente nas aventuras escritas e decide tornar-se um cavaleiro andante. Suas viagens sucedem-se sob a alucinação de que estava vivendo na era da cavalaria; pessoas que encontrava nas estradas pareciam-lhe como cavaleiros em armas, damas em apuros, gigantes e monstros; até moinhos de vento na sua imaginação eram seres vivos. Combatendo as injustiças, o personagem enfrenta situações penosas e ridículas, mantendo, porém, uma figura nobre e patética. Ao final, Dom Quixote volta à razão, renuncia aos romances de cavalaria e morre como piedoso cristão. 0aLiteratura espanhola 0aAventura 0aAmor e Paixão 0aClássicos 0aFilme 0aRomance 0aFicção  aVisconde de Castilho e AzevedoeTradutor aJosé María Castro CalvodNotaseIlustração aOs Grandes Clássicos