02508nam a2200313 450000100030000000300040000300500170000700800410002404000080006504100130007308200180008610000490010424000390015324500850019226000290027730000110030649000240031752016780034165000210201965000160204065000130205665000160206965000120208565000100209765500120210765500160211970000350213583000240217082OSt20250528074011.0250123b |||||||e |||| 00| 1 eng d bpor hrusapor a891.73bB933m1 aBulgakov, Mikhail Afanassievitch,d1891-1940 aМастер и Маргарита aO mestre e margarita /cBulgakov, Mikhail ; Tradução de Mario Salviano Silva aSão PaulobAbrilc1985 a337 p.1 aGrandes Romancistas aO mestre e Margarida é um romance revolucionário. É uma obra com um estilo absolutamente original, sobre a liberdade da escrita e a força do amor em tempos adversos. É também uma sátira devastadora da vida sob o regime soviético, da censura e da repressão. Um dos livros mais importantes e cultuados do século XX. Em uma tarde de primavera, Satanás e seu séquito diabólico decidem visitar Moscou. Encontram poetas, editores, burocratas e todo tipo de pessoas tentando levar a vida em pleno regime comunista. Depois dessa visita, nada será como antes; o rastro de destruição e loucura mudará o destino de quem cruzar seu caminho. Da mesma forma, a publicação de O mestre e Margarida pela revista soviética Moskva, entre novembro de 1966 e janeiro de 1967, mudou para sempre os rumos da literatura russa. Mikhail Bulgakov havia morrido 26 anos antes. Era conhecido por suas peças teatrais de sucesso – polêmicas por sua visão crítica do regime –, além de contos, novelas e um romance. Quase ninguém suspeitava que, entre seu material inédito, estava sua obra máxima. Bulgakov levou cerca de dez anos para terminá-la, sabendo dos problemas que teria com a censura – chegou, inclusive, a queimar uma versão inicial. Apenas seu círculo mais íntimo de conhecidos sabia da existência do romance e, também, da impossibilidade de lançá-lo durante o regime stalinista. Apesar disso, o livro sobreviveu por mais de duas décadas e tornou-se um fenômeno. Acabou, assim, por confirmar uma frase dita na história pelo próprio diabo, e que na Rússia se tornou proverbial: "Manuscritos não ardem". 0aLiteratura Russa 0aHistórico 0aPolitica 0aClássicos 0aSombrio 0aFilme 0aRomance 0aFicção  aMario Salviano SilvaeTradutor aGrandes Romancistas