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| 082 |
_ach860 _bA432e |
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| 100 |
_aAllende, Isabel _d1942- _929 |
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| 245 |
_aEva Luna / _cAllende, Isabel ; Tradução de Luísa Ibañez |
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| 260 |
_aRio de Janeiro _bBertrand Brasil _c1988 |
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| 300 | _a328 p. | ||
| 520 | _a “Chamo-me Eva, que quer dizer vida. Nasci no quarto dos fundos de uma casa sombria e cresci entre móveis antigos, livros em latim e múmias humanas, embora isso não me tenha tornado melancólica, pois vim ao mundo tendo na memória um hálito de selva.” A oitava edição brasileira de Eva Luna chega às livrarias com um novo projeto gráfico. Terceiro romance da autora hispano-americana, publicado pela primeira vez em 1987, é considerado a obra que consagrou definitivamente Isabel Allende como uma das vozes importantes da literatura contemporânea. Antes, ela publicara A Casa dos Espíritos e De Amor e de Sombra, que já a haviam alçado a um seleto grupo de autores. Em seus primeiros trabalhos, Allende afirmava escrever para arrancar os fantasmas que levava dentro de si e que não a deixavam em paz. Atribuiu à palavra o poder de ressuscitar os mortos, reunir os desaparecidos e reconstruir o mundo perdido. Em Eva Luna, ela também deseja testemunhar e denunciar. Eva Luna, a protagonista e narradora, relata a burlesca história da sua própria vida e das pessoas que encontrou ao longo do caminho. “Os personagens tornam-se a imagem verdadeira de uma coletividade. Para defender suas opiniões e livrar-se de suas obsessões, a romancista cria caracteres e tipos, misturando realidade e imaginação: a madrinha que enlouquece; Mimi, um homossexual; Huberto Naranjo, um guerrilheiro; e Rolf Carlé, um cineasta. Eva, a primeira mulher, tem uma vida de pobreza e de lutas pela sobrevivência, num contexto de caudilhos e de ditaduras militares, em que o povo nunca decide o curso dos acontecimentos.” Por sua crítica e denúncia da realidade social, Eva Luna aproxima-se da tradição do romance picaresco espanhol, cedo implantado na América hispânica. A ironia diante das condições adversas e o humor sempre presente transformam em comédia os momentos mais trágicos. A descoberta de si e do seu corpo conduz Eva Luna à realização plena da sua identidade. Trata-se de um moderno conto de fadas. A AUTORA De nacionalidade chilena, Isabel Allende nasceu em Lima, no Peru, em 1942. Abandonou o Chile após o golpe militar. Aos 16 anos, começou a trabalhar como jornalista e depois como escritora. A Casa dos Espíritos deu início, em 1982, à sua bem-sucedida carreira literária. Entre as suas obras, destacam-se De Amor e de Sombra, Contos de Eva Luna, Paula, Afrodite, Filha da Fortuna e A Cidade das Feras, todas publicadas pela Bertrand Brasil. Vive na Califórnia, nos Estados Unidos. Leia menos | ||
| 650 | 0 |
_aLiteratura Chilena _988 |
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| 650 | 0 |
_aDrama _918 |
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| 650 | 0 |
_aAmor e Paixão _925 |
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| 650 | 0 |
_aGuerra _930 |
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| 655 | 0 |
_aRomance _923 |
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| 655 | 0 |
_aFicção _922 |
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| 700 |
_eTradutor _aLuísa Ibañez |
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| 942 |
_2ddc _n0 _cBK |
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| 999 |
_c15 _d15 |
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