| 000 | 03381nam a2200313 4500 | ||
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| 040 | _bpor | ||
| 041 |
_hfre _apor |
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| 082 |
_a843 _bF587m |
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| 100 | 1 |
_aFlaubert, Gustave, _d1821-1880 _9446 |
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| 240 | _aMadame Bovary | ||
| 245 |
_aMadame Bovary / _cFlaubert, Gustave ; Tradução de Araújo Nabuco |
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| 260 |
_aSão Paulo _bAbril _c1981 |
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| 300 | _a259 p. | ||
| 520 | _aMadame Bovary é um romance escrito por Gustave Flaubert que resultou num escândalo ao ser publicado em 1857. Quando o livro foi lançado, houve na França um grande interesse pelo romance, pois levou seu autor a julgamento. Ele foi levado aos tribunais(Onde utilizou a famosa frase "Emma Bovary c'est moi" (Emma Bovary sou eu) para se defender das acusações) acusado de ofensa à moral e à religião, num processo contra o autor e também contra Laurent Pichat, diretor da revista Revue de Paris, em que a história foi publicada pela primeira vez, em episódios e com alguns pequenos cortes. A Sexta Corte Correcional do Tribunal do Sena absolveu Flaubert, mas o mesmo procedimento não foi adotado pelos críticos puritanos da época, que não perdoaram o autor pelo tratamento cru que ele tinha dado, no romance, ao tema do adultério, pela crítica ao clero e à burguesia: (Gostava do mar apenas pelas suas tempestades e da verdura só quando a encontrava espalhada entre ruínas. Tinha necessidade de tirar de tudo uma espécie de benefício pessoal e rejeitava como inútil o que quer que não contribuísse para a satisfação imediata de um desejo do seu coração - tendo um temperamento mais sentimental do que artístico e interessando-se mais por emoções do que por paisagens. É considerada por alguns autores como a primeira obra da literatura realista. Gustave Flaubert (1821-1880), o criador deste que é por muitos considerado o ápice da narrativa longa do século XIX - o chamado século de ouro do romance. Flaubert, o esteta, aquele que buscava o mot juste (a palavra exata) e burilava os seus textos por anos a fio, imbuiu-se da consciência e da sensibilidade da sua personagem. Atingiu, com a irretocável prosa de Madame Bovary, um dos mais altos graus de penetração e análise psicológica da literatura universal. Madame Bovary é uma obra capital na literatura do seu tempo, um daqueles livros que dão início a uma época literária. Tomando propositadamente um tema sem grandeza aparente, Flaubert quis obrigar o seu talento a enfrentar dificuldades técnicas que o levassem a vencer o romantismo exacerbado que o dominava. O resultado foi a obra-prima que o leitor tem em mãos e que Émile Zola descreveu da seguinte maneira: «Quando Madame Bovary apareceu, foi uma completa revolução literária. Teve-se a impressão de que a fórmula do romance moderno, esparsa pela obra colossal de Balzac, fora reduzida e claramente enunciada nas quatrocentas páginas de um único livro. Estava escrito o código da nova arte». | ||
| 650 | 0 |
_aLiteratura francesa _9122 |
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| 650 | 0 |
_aHistórico _953 |
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| 650 | 0 |
_aPolêmica _9117 |
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| 650 | 0 |
_aAmor e Paixão _925 |
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_aFicção _922 |
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| 700 |
_aAraújo Nabuco _eTradutor _9447 |
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| 942 |
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| 999 |
_c238 _d238 |
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