| 000 | 02852nam a2200325 4500 | ||
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| 001 | 306 | ||
| 003 | OSt | ||
| 005 | 20250327114436.0 | ||
| 008 | 250324b |||||||e |||| 00| e eng d | ||
| 040 | _bpor | ||
| 041 | _hpor | ||
| 082 |
_a320 _bM333m |
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| 100 | 1 |
_aMaricá, Mariano José Pereira da Fonseca, _cMarques de, _d1773-1848. _9602 |
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| 240 | _aMáximas, Pensamentos e Reflexões | ||
| 245 |
_aMáximas, Pensamentos e Reflexões / _cMaricá, Marques de |
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| 260 |
_aSão Paulo _bFormar _c1978 |
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| 300 | _a297 p. | ||
| 490 | 1 |
_aGrandes Mestres do Pensamento _vLivro 8 |
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| 500 | _aVolume 8 da Coleção "Grande Mestres do Pensamentos". | ||
| 520 | _aMariano José Pereira da Fonseca, o Marquês de Maricá, viveu entre 1773 e 1848, tendo vivido, portanto, até a espantosa idade de 75 anos. Em 1813, começou a publicar, no jornal O Patriota, no Rio de Janeiro, suas Máximas, pensamentos e reflexões, assinadas por "Um Brasileiro". A partir de 1839 até o ano de sua morte, editou a coletânea de suas máximas. Foram várias edições e 4.188 aforismos sobre os mais diversos assuntos, que agora se publicam nesta página. Na tradição dos livros de sabedoria, desde as referências do Velho Testamento, as Máximas do Marquês de Maricá não foge ao perfil conservador que costuma marcar este tipo de gênero literário, sobretudo em seu recorte moral. No caso presente, chama atenção a insistência quase obsessiva do autor pelo tema do envelhecimento, que, para o autor, seria o lugar da sabedoria e da prudência. Este tema ocupa mais do 10 por cento dos 4.188 aforismos. Para o leitor atual, as famosas máximas do Marquês servem talvez de retrato do senso comum, ou melhor: são documento relevante do que pretendiam nossas elites e de como construíam seus valores políticos, sociais, éticos e, acima de tudo, o patrimônio moral, sempre legitimado pela religião. Por esse último aspecto é que as Máximas ganham subjetividade e se aproximam de uma espécie de memorialismo. O Marquês de Maricá não soube, porém, ou não quis, resguardar-se das marcas de sua própria enunciação, como aconselhava a tradição do gênero, e registrou, em grande parte dos aforismos, sua amargura e o pessimismo de um intelectual formado na tradição do liberalismo, que não consegue evitar a sensação de glória perdida. Hoje, a leitura dos aforismos do Marquês pode ser uma viagem arqueológica ao subsolo do continente perdido dos valores burgueses da sociedade brasileira. -- Carlos Sepúlveda | ||
| 650 | 0 |
_aLiteratura Brasileira _9205 |
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| 650 | 0 |
_aMoral e Ética _9603 |
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| 650 | 0 |
_aPolitica _9138 |
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| 650 | 0 |
_aReligião _9100 |
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| 650 | 0 |
_aDesigualdade social _9604 |
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| 655 | 0 |
_aEnsaio _9417 |
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| 655 | 0 |
_aNão Ficção _9102 |
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| 830 |
_aGrandes Mestres do Pensamento _vvol. 8 _9596 |
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| 942 |
_2ddc _n0 _cBK |
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| 999 |
_c306 _d306 |
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