| 000 | 03173nam a2200433Ia 4500 | ||
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| 001 | 308 | ||
| 003 | OSt | ||
| 005 | 20250326090901.0 | ||
| 008 | 250325b ||||e |||| 00| e por d | ||
| 040 | _bpor | ||
| 041 |
_apor _hger |
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| 041 |
_apor _hfre |
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| 082 | 1 |
_a149.6 _bS373l |
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| 082 | 1 |
_a320 _bR865c |
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| 100 | 1 |
_aSchopenhauer, Arthur, _d1788-1860 _9605 |
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| 100 | 1 |
_aRousseau, Jean-Jacques, _d1712-1778 _9606 |
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| 240 | _aÜber die freiheit des menschlichen willens ; Du contrat social | ||
| 245 |
_aO livre arbítrio / _cSchopenhauer, Arthur - |
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| 245 |
_a O Contrato Social / _cRousseau, Jean-Jacques, |
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| 260 |
_aEspírito Santo _bFormar _c1978 |
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| 300 |
_a105 p. _bO Livre Arbítrio |
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| 300 |
_a130 p. _bO Contrato Social |
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| 490 | 1 |
_aGrandes Mestres do Pensamento _vLivro 1 |
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| 490 | 1 |
_aGrandes Mestres do Pensamento _vLivro 2 |
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| 500 | _aVolume 1 e 2 da Coleção "Grande Mestres do Pensamentos". | ||
| 520 | _aNeste ensaio — O livre-arbítrio —, o pessimismo de Schopenhauer nos defronta com o problema da liberdade ante a necessidade, da determinação das ações individuais pela conformação inata e invariável do caráter do homem, para demonstrar que a liberdade reside no ser, e não na ação. | ||
| 520 | _aEste livro influenciou diretamente a Revolução Francesa e os rumos da história. Impactante ensaio, O contrato social ou Princípios de Direito político causou furor desde sua publicação, em 1762, e eternizou-se como um dos principais textos fundadores do Estado moderno. Nele, o filósofo iluminista, romancista, teórico e compositor suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) – em meio a uma Europa majoritariamente monarquista, defensora da legitimação sobrenatural dos governantes – lança e defende a novidade de que o poder político de uma sociedade está no povo e só dele emana. Estavam plantados os conceitos do povo soberano e da igualdade de direitos entre os homens. Nesta que é a sua principal obra política, da qual virtualmente todas as sociedades modernas são de alguma forma tributárias, Rousseau não apenas dá ao povo o que lhe é de direito, mas chama-o à responsabilidade pelo seu destino. "Assim que alguém diz dos assuntos do Estado que me importa? , deve-se contar que o Estado está perdido." Para o autor, a soberania está no exercício incessante do poder decisório, que não pode ser alienado, dividido ou delegado. Hoje, dois séculos e meio após sua publicação, a obra de Rousseau – subversivo, polêmico, amado, odiado, reverenciado e seguido – permanece atual. E seus ensinamentos se fazem lições necessárias e urgentes em todo e qualquer lugar em que se fale de inépcia, injustiça, corrupção e incompetência política. | ||
| 650 | 0 |
_aLiteratura Alemã _9365 |
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| 650 | 0 |
_aLiberdade _9607 |
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| 650 | 0 |
_aPessimismo _9608 |
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| 650 | 0 |
_aLiteratura francesa _9122 |
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| 650 | 0 |
_aCrítica social _9514 |
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| 650 | 0 |
_aPolitica _9138 |
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| 655 | 0 |
_aEnsaio _9417 |
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| 655 | 0 |
_aNão Ficção _9102 |
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| 830 |
_aGrandes Mestres do Pensamento _9596 _vvol.1 |
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| 830 |
_aGrandes Mestres do Pensamento _9596 _vvol.2 |
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| 942 |
_2ddc _cBK |
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| 999 |
_c308 _d308 |
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