| 000 | 04528nam a22003257a 4500 | ||
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| 001 | 335 | ||
| 003 | OSt | ||
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| 008 | 250328b |||||||e |||| 00| f eng d | ||
| 040 | _bpor | ||
| 041 |
_heng _apor |
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| 082 |
_a813 _bL676 |
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| 100 | 1 |
_aLewis, Sinclair, _d1885-1951 _9693 |
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| 240 | _aBabbitt | ||
| 245 |
_aBabbitt / _cLewis, Sinclair ; Tradução de Leonel Vallandro |
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| 260 |
_aSão Paulo _bAbril _c1972 |
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| 300 | _a441 p. | ||
| 490 | 1 | _aOs Imortais da Literatura Universal | |
| 520 | _aUma sátira sobre a América dos anos 20, durante a Lei Seca que o conservadorismo apoiava mas não praticava. Um homem de negócios e de família, numa cidade comercial, Zenith, vive infeliz em que a única coisa que interessa são as aparências. Tenta mudar, dizer o que pensa, mas apercebe-se que as idéias liberais só lhe trazem dissabores e por isso retorna à vida conservadora e fútil de outrora. Sinclair Lewis, Nobel da Literatura em 1930, descreve com ironia a prosperidade daqueles que vivem num mundo de mentira e de aparências, que lutam contra as ideias liberais, socialistas e de justiça social. |...| George Babbitt é uma emblemática figura, pois é a evidência de um modo de vida que dominou a opinião pública norte-americana dos anos 20 cujos ecos reverberam ainda hoje como verdadeiros pilares do capitalismo: os empresários e business men. A ação deles sobre a realidade é vista pela sociedade norte-americana como algo heróico, louvável, que deve ser divulgado e comemorado a todo o momento para espantar o “fantasma comunista” que passara a figurar na pauta de preocupações desse grupo desde 1917. A passagem do século XIX para o XX desenvolveu o ambiente urbano norte-americano, gerando as cidades grandes e transformando as relações capitalistas, levando-as a outro nível. Esse processo acelerou-se com a posição privilegiada que os Estados Unidos passaram a ocupar depois da Primeira Guerra Mundial, tornando-se credores do mundo. A euforia dos negócios e da prosperidade econômica contaminou a sociedade americana criando sociedades civis de estímulo ao crescimento econômico, ao comércio, a indústria etc. Babbitt se insere justamente nesse contexto. O american way of life, “fenômeno” que começava a se desenvolver nesse período (e que se consolidaria mais efetivamente pós-crise de 29 e pós-Segunda Guerra Mundial), apresentava contradições e elevava ao patamar de gurus e guias esses empresários que investiam e representavam a ganância e o empreendedorismo capitalistas. Dessa elevação criavam-se modelos de conduta, comportamentos e pressupostos ideológicos no mínimo questionáveis. Um exemplo disso, que Lewis consegue captar com uma sensibilidade de admirável sutileza é o pensamento desse grupo acerca da formação intelectual e acadêmica dos jovens. O filho de Babbitt, Ted, vê como perda de tempo o estudo de arte, literatura e outros estudos de cultura porque não tem aplicação prática na carreira empreendedora que assoma em seu futuro, ao passo que é apoiado pelo pai, que, por sua vez, encontra eco desse posicionamento nos grupos nos quais participa. Os grupos de empresários dos quais Babbitt participa (verdadeiras confrarias para vangloriarem-se), como os Boosters, por exemplo, apresentam contradições que Sinclair Lewis explora, às vezes muito timidamente. Uma delas é o fato de terem-se como arautos do progresso e do desenvolvimento ao mesmo tempo em que sustentam uma mentalidade arcaica, que instrumentaliza a realidade em seus mais diversos aspectos para servir seus projetos individuais como se eles representassem os anseios da sociedade de forma geral. A mentalidade arcaica chocando-se com os pressupostos capitalistas encontra no romance um lugar privilegiado, porque consegue descortinar ao leitor a forma como a sociedade se organizava, sob quais preceitos e como esse jogo de especulação era praticado. Vale lembrar que essa especulação culminará na famosa crise de superprodução cujo marco é o crack da Bolsa de Nova York: a Crise de 29. | ||
| 650 | 0 |
_aLiteratura Americana _984 |
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| 650 | 0 |
_aCrise social _9651 |
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| 650 | 0 |
_aIdeologia nos Estados Unidos pós 1° Guerra _9697 |
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| 650 | 0 |
_aCrítica ao capitalismo _9696 |
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| 650 | 0 |
_aClássicos _977 |
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| 655 | 0 |
_aRomance _923 |
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| 655 | 0 |
_aFicção _922 |
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| 700 |
_aVallandro, Leonel. _d1907- 1989 _eTRADUTOR _9669 |
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| 830 |
_aOs Imortais da Literatura Universal _9461 _vvol. 44 |
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| 942 |
_2ddc _n0 _cBK |
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| 999 |
_c335 _d335 |
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