000 02970nam a22003137a 4500
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040 _bpor
041 _hspa
_apor
082 _aar860
_bL953f
100 1 _aLuis Borges, Jorge
_d1899-1986
_9713
240 _aFicciones
245 _aFicções /
_cLuis Borges, Jorge ; Tradução de Carlos Nejar
260 _aSão Paulo
_bAbril
_c1972
300 _a189 p.
490 1 _aOs imortais da Literatura Universal
_vvol. 50
520 _aFicções, lançado originalmente em 1944 pelas Ediciones Sur, ligadas à revista de mesmo nome criada por Victoria Ocampo, onde havia sido publicada a maioria desses contos, é a obra que trouxe o reconhecimento universal para Jorge Luis Borges, graças, entre outros motivos, ao caráter fora do comum de seus temas, abertos para o fantástico, e à inesperada dimensão filosófica do tratamento. O livro, em sua versão atual, reúne os contos publicados em 1941 sob o título de O Jardim de Veredas que se Bifurcam (com exceção de "A Aproximação a Almotásim", incorporado a outra obra) e outras dez narrativas com o subtítulo de ARTIFÍCIOS. Nesses textos, o leitor se defronta com um narrador inquisitivo que expõe, com elegância e economia de meios, de forma paradoxal e lapidar, suas conjecturas e perplexidades sobre o universo, retomando motivos recorrentes em seus poemas e ensaios desde o início de sua carreira: o tempo, a eternidade, o infinito. Os enredos são como múltiplos labirintos e se desdobram num jogo infindável de espelhos, especulações e hipóteses, às vezes com a perícia de intrigas policiais e o gosto da aventura, para quase sempre desembocar na perplexidade metafísica. Chamam a atenção a frase enxuta, o poder de síntese e o rigor da construção, que tem algo da poesia e outro tanto da prosa filosófica, sem nunca perder o humor desconcertante. Em Ficções estão alguns de seus textos mais famosos, como "Funes, o Memorioso", cujo protagonista tinha "mais lembranças do que terão tido todos os homens desde que o mundo é mundo"; "A Biblioteca de Babel", em que o universo é equiparado a uma biblioteca eterna, infinita, secreta e inútil; "Pierre Menard, autor do Quixote", cuja "admirável ambição era produzir páginas que coincidissem palavra por palavra e linha por linha com as de Miguel de Cervantes"; e "As Ruínas Circulares", em que o protagonista quer sonhar um homem "com integridade minuciosa e impô-lo à realidade e no final compreende que ele também era uma aparência, que outro o estava sonhando".
650 0 _aLiteratura argentina
_990
650 0 _aHistorias curtas
_967
650 0 _aClássicos
_977
650 0 _aRealismo Fantastico
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655 0 _aConto
_968
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_922
700 1 _aNejar, Carlos,
_d1939-
_eTradução
_9715
830 _aOs Imortais da Literatura Universal
_9461
_vvol. 50
942 _2ddc
_n0
_cBK
999 _c343
_d343